Mídia por Captação de Áudio no Mobile

Áudio Ads é uma prática legalizada e segura que capta apenas palavras-chave específicas com permissão do usuário. Assertiva, respeitosa com a privacidade e em conformidade com a LGPD.
Sabe quando você fala de um produto ou serviço em voz alta, próximo ao celular, e um anúncio exatamente daquilo que você falou aparece na sequência?
Chamado de Áudio Ads, o direcionamento de mídia digital por meio de captação de áudio é uma prática legalizada e, cada vez mais, comum no mercado.
Seguro e assertivo
O Áudio Ads acontece com permissão do usuário. Ao instalar e realizar o cadastro em diversos aplicativos e sites, o consumidor aceita (opt-in) políticas de uso e privacidade, e, consequentemente, autoriza o acesso ao microfone, câmera, GPS e outras ferramentas, para que o próprio sistema funcione.
Ao contrário do que se dizem, a tecnologia não capta tudo que o usuário fala, e sim, palavras-chave cadastradas pelo cliente na ferramenta, um processo eficiente e assertivo que só se concretiza quando os termos são captados com nitidez.
A partir disso, é feito o direcionamento de mídia display, push ou vídeo para o usuário, que podem ser exibidos dentro do aplicativo que registrou o áudio ou em outros apps e plataformas.
O tratamento dos dados é criptografado, com respeito à privacidade, ao anonimato e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Adesão à voz
O Áudio Ads ganha relevância se considerar que existe mais de um dispositivo móvel por habitante no Brasil: cerca de 234 milhões de smartphones estavam em uso no país, em junho de 2020, segundo estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
Um indicador da familiaridade do brasileiro por ferramentas de áudio é o aumento do uso de assistentes virtuais por voz, notado durante a pandemia. Uma pesquisa da Ilumeo, feita com 1.100 participantes de diversas regiões do País, apontou o crescimento de 47% do uso de assistentes virtuais por voz, no período.
Para 84% dos participantes, o uso dessa tecnologia é mais prático do que digitar, principalmente para buscar informações ou cessar dúvidas. Já para 76% dos respondentes, a possibilidade de realizar outras tarefas simultaneamente é o que mais atrai. O estudo aponta a tendência de alta do uso de eletrônicos com assistentes virtuais por voz para os meses seguintes, sinalizando uma consolidação e impacto para além do período de isolamento.
Mais uma possibilidade de mercado para os estudantes de locução
Fonte: PropMark
#apps #audio #IA
Posts relacionados

Como um jingle de leite virou a febre nacional dos anos 90
A campanha dos Mamíferos da Parmalat marcou os anos 90, mas o que realmente grudou na memória de uma geração não foi a imagem das crianças fantasiadas: foi o jingle.

Quase todo mundo acha que o aviso legal no fim da propaganda é lido rápido pra ninguém entender, mas o CONAR exige exatamente o contrário
Quase todo mundo acha que o aviso legal da propaganda é lido rápido de propósito. O código do CONAR exige o contrário, e cumprir essa regra é uma técnica real de locução.

Renato Teixeira, o compositor de Romaria, cantou e assinou o jingle de uma bala de infância em 1978
Um ano antes de Elis Regina gravar Romaria, Renato Teixeira já cantava o jingle da Bala de Leite Kids. A história de um compositor que dividiu o mesmo ofício entre MPB e publicidade.