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Uma rádio legalizada no Brasil é obrigada, por lei, a dizer o próprio nome no ar

Por Arthur Jobim1 min de leitura
Close-up de painel de controle profissional de rádio, com botões ON e CUE iluminados em azul e faders de áudio, remetendo ao momento em que a emissora entra no ar para se identificar

Toda transmissão de rádio legalizada no Brasil abre com o nome da emissora seguido de um código técnico, o prefixo, atribuído pela Anatel. Entenda por que essa identificação falada segue obrigatória.

Uma rádio legalizada no Brasil é obrigada, por lei, a dizer o próprio nome periodicamente no ar, seguido de um prefixo: código de três letras e três números atribuído pela Anatel depois da vistoria e da concessão do direito de operar.

O texto que abre toda transmissão

É a frase que abre a maior parte das transmissões: o nome da rádio, o prefixo e a frequência, um atrás do outro. A fiscalização usa essa frase pra confirmar, a qualquer momento, quem está no ar, e pode exigir a gravação como prova numa vistoria.

Por que continua sendo obrigatório falar, não só mostrar na tela

Mesmo com painéis digitais, aplicativos e streaming exibindo o nome da emissora na tela, a identificação falada continua obrigatória: é a única forma de confirmar a origem do sinal pra quem está ouvindo só no rádio, sem tela nenhuma na frente. É a mesma exatidão que se cobra de quem se forma em locução profissionalizante: falar um dado técnico com clareza, sem errar.

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