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O que ninguém te conta antes de entrar em um curso de comunicação

Uma imagem de um pato diferente

Quando alguém pensa em fazer um curso de comunicação, geralmente imagina aprender a falar melhor, perder a timidez ou usar a voz de forma mais profissional. Tudo isso acontece — mas não é o mais desafiador do processo.


O que quase ninguém conta é que um curso de comunicação começa de dentro pra fora.

Você não aprende apenas técnicas.Você passa a se ouvir de verdade.


No início, é comum estranhar a própria voz. Aquela sensação de “essa não sou eu” aparece. E junto com ela surgem vícios de fala, inseguranças antigas e hábitos que sempre estiveram ali, mas nunca foram percebidos.


Outra coisa pouco falada: a segurança não vem antes da prática. Ela vem depois. Depois de errar, repetir, ajustar e tentar de novo.


Muita gente entra achando que quem se comunica bem nasceu assim. Logo percebe que não é dom — é treino. Comunicação é construção. E cada pessoa evolui no seu tempo.

Também ninguém te conta que comunicar melhor mexe com autoestima. Quando você passa a se expressar com mais clareza, começa a ocupar mais espaço. E isso exige coragem. Não para virar outra pessoa, mas para ser ouvido como você realmente é.


Um curso de comunicação não transforma ninguém da noite para o dia.Ele oferece consciência, ferramentas e prática.O crescimento acontece no caminho.

Talvez o mais curioso seja isso:quem chega dizendo “não levo jeito” costuma ser quem mais evolui.


Porque comunicação não é sobre perfeição.É sobre intenção, escuta e presença.


Na Escola de Rádio TV & Web, esse processo é tratado com prática, respeito e realidade — porque comunicar é algo vivo, humano e em constante construção.

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