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Qual a diferença entre curso técnico e profissionalizante — e o que vale para locutor e apresentador?

2 min de leitura
Qual a diferença entre curso técnico e profissionalizante — e o que vale para locutor e apresentador?

Qual a diferença entre curso técnico e profissionalizante? Entenda como funciona a regulamentação da profissão de locutor e apresentador — e por que o curso profissionalizante é o caminho certo para quem quer atuar no mercado de rádio e TV.

Alguns alunos nos fazem essa pergunta e ela é muito boa — e muito justa. O curso da Escola de Rádio não é um curso técnico. Então, ele tem valor no mercado? Dá para tirar registro profissional? Vamos responder de vez.

Técnico e profissionalizante não são a mesma coisa

O curso técnico é regulamentado pelo MEC, tem duração mínima definida por lei e emite um diploma dentro do sistema de ensino oficial. Já o curso profissionalizante é focado em desenvolver uma habilidade prática para o mercado, com mais agilidade e sem burocracia. Ele emite um certificado de conclusão — não um diploma técnico.

Cada modelo tem seu lugar. E para a área de comunicação, o curso profissionalizante é exatamente o que o mercado reconhece.

Na área de rádio e TV, a regulamentação segue um caminho próprio

A profissão de radialista é regulamentada pela Lei 6.615/78. Essa lei define que o registro profissional é emitido pelo Ministério do Trabalho, mediante solicitação encaminhada pelo Sindicato dos Radialistas. A regulamentação dessa profissão segue uma lógica diferente do sistema de ensino tradicional — e isso é previsto em lei.

O que o sindicato aceita como comprovação de formação? O certificado de conclusão de um curso profissionalizante reconhecido — exatamente como os cursos da Escola de Rádio TV & Web.

O diploma da ER+ abre a porta para o registro

Ao concluir os cursos de Locução Profissionalizante, Apresentação de TV ou Produção Profissionalizante, o aluno recebe um diploma com a nomenclatura Comunicador — função unificada pelo Decreto 9.329/18, que reuniu locutor, apresentador e animador numa só categoria. Com esse documento, o aluno dá entrada no registro profissional junto ao Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro.

Esse registro é o que permite atuar formalmente no mercado — em emissoras, produtoras, agências e empresas de comunicação.

Então o curso profissionalizante é suficiente?

Para quem quer trabalhar como comunicador, locutor, produtor ou apresentador: sim. A formação certa para essa profissão é aquela reconhecida pelo sindicato da categoria. E a Escola de Rádio TV & Web está nesse caminho desde 1994.


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