Duas vezes por semana, bolinhas caindo de um globo decidem os prêmios da Loteria Federal ao vivo

O sorteio da Loteria Federal ainda é feito ao vivo, com bolinhas numeradas caindo de um globo giratório, sem corte nem edição. Como funciona a mecânica que resiste à digitalização.
Duas vezes por semana, um sistema puramente mecânico decide quem leva prêmios em dinheiro da Loteria Federal: bolinhas numeradas caem de um globo giratório, ao vivo, no Espaço da Sorte, em São Paulo. A transmissão vai direto pros canais oficiais da Caixa e pro G1.
Como funciona o sorteio
O sorteio pode usar quatro globos, com bolas carregadas em fileiras, três repositórios de dez bolas cada e um de cem, ou, alternativamente, um único globo com dez bolas numeradas de zero a nove. É um sistema quase sem margem pra erro de operação, girando ao vivo enquanto praticamente todo o resto da televisão migrou pro digital.
O que impede um corte disfarçado
Nada é gravado, cortado ou editado: qualquer falha apareceria na hora, pro Brasil inteiro assistindo. Uma bola fora do lugar seria vista ao vivo, não escondida numa edição, e é isso, mais do que qualquer selo de auditoria, que sustenta a confiança no resultado.
Sustentar uma transmissão ao vivo, sem corte e sem segunda chance, é uma habilidade que se treina: é o que o curso de Apresentação de TV e Mídias Profissional da Escola de Rádio ensina, na prática.
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