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Registro profissional de radialista

O que é o DRT e como tirar

O guia direto sobre o registro profissional que abre as portas das emissoras de rádio e TV — o que é, pra que serve, quem precisa e quais os caminhos reais pra conquistar o seu.

O que é o DRT

DRT é como o mercado chama o registro profissional de radialista. O nome vem da antiga Delegacia Regional do Trabalho, onde o registro era feito no passado — e pegou. Hoje ele é o registro profissional regulado pela Lei 6.615/78, a habilitação oficial pra quem trabalha com voz, comunicação e mídia.

Na prática, é a sua carteira de radialista. Quem registra é o Ministério do Trabalho; a escola não “emite” DRT — ela viabiliza a qualificação que o registro exige. Com o registro em mãos, você passa a ser um profissional habilitado da categoria, apto a ser contratado por emissoras, produtoras e agências.

Pra que serve e quem precisa

O registro comprova que você é radialista habilitado. Rádios, TVs, produtoras e agências exigem ele pra contratar formalmente — locutor, apresentador, produtor, repórter, comunicador. Sem registro, você fica restrito a trabalhos informais ou avulsos; com ele, entra no mercado formal da categoria.

Precisa de DRT quem quer atuar profissionalmente em rádio e TV. Pra trabalhos pontuais de voz — uma publicidade, um audiobook, um podcast próprio — nem sempre é exigido. Mas pra carteira assinada em emissora, é a porta de entrada.

Como tirar o DRT

O registro aceita algumas vias de qualificação. Estas são as principais:

1

Curso profissionalizante + sindicato

A via mais comum. Você conclui um curso profissionalizante, recebe o diploma com a carga horária, e uma entidade sindical da categoria converte esse diploma em Atestado de Capacitação Profissional — o documento que o registro aceita. É o caminho que a Escola de Rádio viabiliza.

2

Curso técnico de Rádio e TV

O diploma de um curso técnico reconhecido de Rádio e TV é aceito diretamente, sem precisar passar pelo sindicato. É uma formação mais longa e formal, de nível médio técnico.

3

Curso superior na área

Diploma de curso superior ou faculdade de Rádio e TV / Comunicação também habilita diretamente. É a via mais longa e cara das três.

Por que curso livre, sozinho, não dá DRT

É a confusão mais comum — e vale a honestidade. O certificado de um curso livre, por si só, não está na lista de documentos que o registro aceita. Ele vira DRT quando um sindicato da categoria o converte em Atestado de Capacitação Profissional.

Por isso, na Escola de Rádio, só os cursos profissionalizantes dão entrada no registro. Os cursos Express (livres) e os EAD são excelentes pra se especializar e aprender uma técnica específica, e entregam certificado de conclusão — mas não habilitam o DRT. Quem quer o registro precisa de um profissionalizante.

Como a Escola de Rádio te ajuda a tirar o DRT

A Escola de Rádio forma comunicadores desde 1994. Ao concluir um curso profissionalizante, você recebe o diploma com a carga horária, que dá entrada no registro profissional pelo Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro. O diploma sai com a nomenclatura COMUNICADOR — o decreto 9.329/18 unificou 25 funções (locutor, apresentador, animador e outras) sob essa designação.

O registro profissional é nacional: uma vez registrado, vale em todo o Brasil. As aulas são presenciais no estúdio em Catete (Rio de Janeiro) e transmitidas online ao vivo. Três cursos dão direito ao DRT:

A nova lei do radialista (Lei 15.335/2026)

Sancionada em janeiro de 2026, a Lei 15.335/2026 atualizou regras da categoria e padronizou a carteira profissional do radialista — que agora pode ser emitida pelo Ministério, pela federação ou pelos sindicatos.

Vale entender o que ela muda e o que não muda: a lei trata sobretudo da carteira/identidade do profissional. O caminho pra se habilitar e dar entrada no registro continua passando pela qualificação — curso profissionalizante com sindicato, curso superior ou curso técnico. Em resumo: a forma de provar que você é radialista segue a mesma.

Perguntas frequentes sobre o DRT

O que significa DRT?

DRT é como o mercado chama o registro profissional de radialista. O nome vem da antiga Delegacia Regional do Trabalho, onde o registro era feito no passado. Hoje é o registro profissional regulado pela Lei 6.615/78 — a habilitação oficial pra quem trabalha com voz, comunicação e mídia em emissoras, produtoras e agências.

Para que serve o DRT?

É o registro profissional que comprova que você é radialista habilitado. Emissoras de rádio e TV, produtoras e agências exigem esse registro pra contratar como locutor, apresentador, produtor ou comunicador. Sem ele, você fica limitado a trabalhos informais ou avulsos. Com ele, entra no mercado formal da categoria.

Quem precisa de DRT?

Quem quer atuar profissionalmente como radialista: locutor de rádio, apresentador de TV, produtor, repórter, comunicador, narrador em emissora. Pra trabalhos pontuais de voz (publicidade, audiobook, podcast próprio) nem sempre é exigido — mas pra carteira assinada em rádio e TV, sim.

Como tirar o DRT?

O registro é feito pelo Ministério do Trabalho. Pra dar entrada, é preciso comprovar a qualificação por uma das vias aceitas: diploma de curso superior na área, diploma de curso técnico de Rádio e TV, ou — a via mais comum — um Atestado de Capacitação Profissional emitido por uma entidade sindical da categoria a partir do seu diploma de curso profissionalizante. É esse caminho que a Escola de Rádio viabiliza pelos cursos profissionalizantes.

Curso livre dá DRT?

Não diretamente. O certificado de um curso livre, sozinho, não está na lista de documentos que o registro aceita. Ele vira DRT quando um sindicato da categoria o converte em Atestado de Capacitação Profissional. Por isso, na Escola de Rádio, apenas os cursos profissionalizantes — não os Express nem os EAD — dão entrada no registro.

Quais cursos da Escola de Rádio dão direito ao DRT?

Três cursos profissionalizantes: Locução Profissionalizante, Apresentação de TV e Produção Profissionalizante. Ao concluir, o aluno recebe o diploma com a carga horária, que dá entrada no registro profissional pelo Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro. Os cursos Express (livres) e EAD emitem certificado de conclusão, mas não habilitam o DRT.

O DRT vale em todo o Brasil?

Sim. O registro profissional de radialista é nacional — uma vez registrado, ele vale em qualquer estado do país. Na Escola de Rádio, a entrada no registro é feita pelo Sindicato dos Radialistas do Estado do Rio de Janeiro. Se você mora fora do Rio, fale com a coordenação pra entender o procedimento no seu caso.

Preciso de diploma do ensino médio pra tirar o DRT?

Depende do curso. Na Escola de Rádio, a Locução Profissionalizante exige ensino médio completo (você pode terminar o ensino médio junto com o curso). Os demais cursos não têm essa exigência. A escolaridade pode ser pedida na hora de dar entrada no registro, dependendo da via escolhida.

Quanto tempo leva pra sair o DRT?

Depende do andamento no sindicato e no Ministério do Trabalho. O primeiro passo é concluir o curso profissionalizante e receber o diploma (a Escola de Rádio expede em até 30 dias úteis após a aprovação). Com o diploma em mãos, dá-se entrada no registro pelo sindicato. A coordenação orienta o aluno em cada etapa.

A nova lei do radialista (Lei 15.335/2026) mudou alguma coisa no DRT?

A Lei 15.335/2026 atualizou regras da categoria e padronizou a carteira profissional do radialista, que pode ser emitida pelo Ministério, pela federação ou pelos sindicatos. Ela trata principalmente da carteira/identidade — o caminho pra se habilitar e dar entrada no registro continua passando pela qualificação (curso profissionalizante + sindicato, curso superior ou técnico).

Pronto pra começar?

O DRT começa por um curso profissionalizante.

Conheça os cursos que dão entrada no registro profissional ou fale direto com a coordenação pra entender o caminho no seu caso.